Calar ou protestar?
Some see things as they are and say "Why?" I dream things that never were and say "Why not?" George Bernard Shaw
Postado por
Hopes
at
12:27
0
comments
Descritores: Crise, Democracia, Desemprego, Direitos, Justiça, Portugal
Postado por
Hopes
at
19:07
0
comments
Descritores: Democracia, Direitos, Justiça, Liberdade
Postado por
Hopes
at
00:30
0
comments
Descritores: Democracia, Desigualdade, Justiça, Portugal
«José Penedos, antigo secretário de Estado de Guterres e actual presidente da REN, será constituído arguido quando regressar a Portugal, no âmbito da operação Face Oculta. Fonte ligada ao processo que investiga suspeitas de corrupção e favorecimento da empresa O2 em concursos de empresas participadas do Estado confirmou haver indícios que envolvem José Penedos. Contactado pelo i, o presidente da REN assegura estar "completamente tranquilo" e desconhecer todo o processo. Confrontado com informações de escutas telefónicas em que o empresário Manuel Godinho, ontem detido, oferece 270 mil euros ao filho, Paulo Penedos, para influenciar a renovação do contrato de gestão global de resíduos, José Penedos afasta suspeições.
Postado por
Hopes
at
19:54
0
comments
Descritores: Corrupção, Desigualdade, Justiça
Postado por
Hopes
at
19:05
0
comments
Descritores: Democracia, igualdade, Justiça, Liberdade
Postado por
Hopes
at
21:59
0
comments
Descritores: Democracia, Eleiçoes, Justiça, Política Nacional
Postado por
Hopes
at
18:58
0
comments
Descritores: Democracia, Economia, Eleiçoes, igualdade, Justiça, Portugal
Postado por
Hopes
at
23:58
4
comments
Descritores: h, Justiça, Política Internacional, Política Nacional
Postado por
Hopes
at
19:20
0
comments
Postado por
Hopes
at
18:12
3
comments

Postado por
Hopes
at
19:11
1 comments
Descritores: Desigualdade, Justiça, Sociedade
A agitação social que se vive na Grécia, chega-nos através dos Média, como uma mera reacção de indignação à morte de um jovem pela polícia. Tem passado despercebido a actuação do governo grego, a grave crise ecónomica e social, escandalosos crimes de corrupção e um desemprego juvenil que ronda os 22,9%. Só isso explica que um caso específico, ainda que dramático, tenha levado a uma revolta popular, como há 35 anos não se via naquele país.. É bom que se perceba porque este comunicado, fez eco junto das pessoas:
Postado por
Hopes
at
23:19
0
comments
Descritores: Crise, Democracia, Desigualdade, Direitos humanos, Justiça
Será que é desta que alguém não saí impune por crimes de fraude, evasão fiscal, burla e branqueamento de capitais? E quantos mais se seguem? Eu por mim, só acredito, quando o julgamento do Barão do PSD terminar...
Postado por
Hopes
at
23:05
0
comments
Descritores: Economia, Justiça, Política Nacional
Os Professores voltaram a sair à rua, em mais uma impressionante manifestação contra a Ministra da Educação. Vale a pena ouvir o que os Professores contam que se está a passar nas escolas. Tenho ouvido muitas críticas da opinião pública, dizendo que os Professores não querem é ser avaliados como os restantes funcionários, o que me parece injusto.
Postado por
Hopes
at
21:41
1 comments
Descritores: Educação, Justiça, Política Nacional
«Segundo um dos grandes teólogos da libertação, o jesuíta Jon Sobrino, o mundo em que vivemos hoje exige que sejamos reais. Ser real significa viver de tal maneira que não tenhamos de nos envergonhar por vivermos neste mundo. É uma exigência radical quando são tantos os motivos para nos envergonharmos e quando, para vencer a vergonha, seriam necessárias intervenções de tal magnitude que a acção individual é irrelevante. Mas a exigência é ainda mais radical se tivermos em conta que muitos dos motivos de vergonha nos escapam, porque não sabemos deles, porque as suas vitimas são invisíveis, estão em silêncio ou silenciadas.»
Postado por
Hopes
at
23:06
0
comments
Descritores: Angústia existencial, Direitos humanos, Justiça, Sociedade
Postado por
Hopes
at
18:31
1 comments
Descritores: EUA, Justiça, Política Internacional
Confesso que não gosto de me pronunciar sobre casos, em que não consigo conhecer com segurança todos os factos. Não gosto de julgamentos apressados. Chocam-me os radicalismos, chocam-me os extremos. Já ouvi pessoas criticarem ferozmente os pais de “Esmeralda” porque provavelmente compraram a criança à brasileira, outros disseram que o pai biológico só está interessado nos 30 mil euros de indemnização, porque até está desempregado.
Como se mede e avalia o egoísmo ou inversamente, como se mede e avalia o amor verdadeiro e desinteressado?
Temos um pai biológico que duvidou da sua paternidade, nem vou especular sobre os motivos dessa dúvida. Mas duas certezas existiam, ele manteve de facto uma relação sexual não protegida e por isso haveria sempre uma probabilidade de ele, ser de facto o pai. Ele escolheu rejeitar essa probabilidade, nesse momento a paternidade não lhe provocou qualquer simpatia. Foi uma escolha e as nossas escolhas têm sempre consequências.
A mãe biológica não tendo emprego, nem condições para educar a criança, concorda em abdicar da sua maternidade. Um casal decide adoptar. E até aqui tudo parece lógico. Excepto a parte em que se verifica que o processo de adopção não foi legal. E aqui, entra uma questão que eu ainda não vi ninguém colocar. Porque é que de um caso em que existe uma vontade expressa de regularizar uma adopção, de ambas as partes (recordo que o pai biológico, neste momento recusava a paternidade), resulta um processo ilegal? Quem prestou aconselhamento jurídico a este casal? Onde estava a segurança social, existiu algum contacto, que tipo de apoio? Quem pode afirmar com segurança que existiu desleixo do casal adoptivo, quando pode ter havido desinformação ou falta de informação?
Mas a “Esmeralda” precisava de um pai e de uma mãe, não podia esperar que se deslindassem burocracias, legalidades e ilegalidades. E teve-os, para ela, eles existem, mesmo se juridicamente não o são. Mesmo que legalmente, a sua custódia venha a ser atribuída ao pai biológico que nunca conheceu.
Quem teve dúvidas, quem fez escolhas? É justo que as duvidas e escolhas erradas de um pai, por muito legitimas que fossem, venham retirar à criança os pais que ela reconhece como seus? Outra questão é legitimo que os pais adoptivos impeçam o pai biológico de ver a criança e fujam à justiça? O que está aqui em jogo? O orgulho de quem quer deter a paternidade, com se de um bem se tratasse? Ou o amor verdadeiro e desinteressado de quem pensa que a razão da felicidade da menina está do seu lado?
Estará o egoísmo e o orgulho só de um lado e o amor desinteressado exclusivamente no outro? De um lado, os bons, do outro os maus? Não haverá entre o branco e o preto, uma vasta escala de tons de cinzento?
Imagem: "O julgamento do rei Salomão" de Rubens