domingo, novembro 14, 2010
quinta-feira, agosto 27, 2009
"Reform Madness"
Nos EUA decorre uma escandalosa campanha contra o plano nacional de saúde de Obama. O sistema público de saúde está a ser apelidado de comunista, comparado à antiga URSS, diabolizado de uma forma ridícula. Por trás desta violenta campanha de manipulação dos cidadãos americanos, estão os lobbies das seguradoras de saúde privadas que sentem os seus lucros milionários ameaçados. De facto estas empresas obtêm lucros espantosos, porque cobram preços elevadíssimos que depois não correspondem aos serviços efectivamente prestados. São recusados vários tipos de tratamentos graças a cláusulas contratuais abusivas. Basta ver o filme “Sicko” de Michael Moore para perceber o grau de desumanidade e de fraude que impera neste sector.Chegou-se ao ponto do editorial do jornal "Investor's business Daily" publicar afirmações perfeitamente disparatadas, como dizer que o físico Stephen Hawking nunca teria hipotese de tratamento no Reino Unido, porque o Sistema Nacional de Saúde Britânico consideraria a sua vida inútil! Nem sei como há alguém vivo na União Europeia, a julgar por estes comentários...
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terça-feira, abril 07, 2009
sábado, janeiro 31, 2009
Para a história julgar...
"The daily show with Jon Stewart"
Ep. 13 de Janeiro de 2009
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Descritores: Bush, EUA, Política Internacional
domingo, janeiro 25, 2009
sexta-feira, janeiro 23, 2009
5 dias, 5 mensagens para Obama - day 5
Desta opinião, gosto particularmente. Sujeitar os EUA ao Tribunal Penal Internacional! Isso sim, era de homem... mas duvido que Obama o faça.
"About the Barack Obama administration, please tell us:
1 one thing you hope for
2 one thing you fear
3 one piece of advice you would give"
1 That Barack Obama signs up the United States to the International Criminal Court. It would be one of the best ways to signal a clean break
2 That the US fails to act in the event of renewed mass ethnic or sectarian cleansing in Iraq - as both Obama and Hillary Clinton's deeply worrying comments during the campaign suggested might happen. The idea that American forces would stay on base and/or continue their withdrawal in such circumstances would be a horrific abdication of responsibility
3 Don't wait seven years to start working all-out on a two-state solution for Israel-Palestine. A split Palestine, an Israeli election and the fresh wounds of the Gaza conflict make it seem like the worst possible time to push a peace process. But it's never an ideal time - and the longer the delay, the harder it becomes.
Estes 5 senhores são colaboradores de um site, que é uma excelente fonte de informação, o Open Democracy. Vale a pena passar por lá...
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Descritores: EUA, Política Internacional
quinta-feira, janeiro 22, 2009
5 dias, 5 mensagens para Obama - day 4
"About the Barack Obama administration, please tell us:
1 one thing you hope for
2 one thing you fear
3 one piece of advice you would give"
1 That the United States actively and consistently engages in conflict-resolution, starting in the middle east. This would be the real practical translation of Joseph Nye's concept of "smart power", which the new secretary of state has already introduced to the official lexicon of American foreign policy during her testimony in the Senate hearing. If America were to engage in seeking a fair solution for the conflicts between Israel and its neighbours that basically accepts the legitimate interests of all regional parties, this would restore US credibility in the wider Muslim and much of the rest of the world, and make it much more difficult for the ideologues of jihadism to gain support and adherents in the region. Perhaps even more important, such an engagement may offer the last hope to actually implement a two-state solution that would allow Israel and Palestine to live peacefully with - or at least alongside - one another. The blueprints for a peaceful settlement are all there. It needs international - i.e., American-led - even-handedness and firmness to translate them into reality
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Descritores: EUA, Política Internacional
quarta-feira, janeiro 21, 2009
5 dias, 5 mensagens para Obama - day 3
As sábias palavras de Conor Gearty, sobretudo no que diz respeito à reacção de Obama à actuação do governo israelita:
1 one thing you hope for
2 one thing you fear
3 one piece of advice you would give"
1 That the United States returns to the community of states that share the values of democracy, respect for human rights and the rule of law - not as camouflages for selfish state action but rather as part of a genuine commitment to civilised cooperation
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Descritores: EUA, Política Internacional
terça-feira, janeiro 20, 2009
5 dias, 5 mensagens para Obama - day 2
1. One thing you hope for
That the United States rejoins the community of nations as a respected peer; no longer acts as a militaristic and intolerant empire; and helps bring peace and stability to the middle east, and justice to the Palestinian people.
2. One thing you fear
3. One piece of advice you would give
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Descritores: EUA, Política Internacional
segunda-feira, janeiro 19, 2009
5 dias, 5 mensagens para Obama - day 1
"About the Barack Obama administration, please tell us:
1. one thing you hope for
2. one thing you fear
3. one piece of advice you would give"
2. That he will be tamed and co-opted by the Washington establishment. That . "experts" will convince him that "this is the way we do things here, sir." That he will be forced to retreat from some of the revolutionary and much-needed steps he promised or hinted he would take, such as talking to Iran, the Taliban and Hamas. And that, as a result, the world will start to see him only as a lighter version of the George W Bush administration - a new Bush with a smiling face.
3. Mr President, please, please, do not give up your promise for change. You have vowed to follow a policy based on pragmatism, not ideology. Be very much aware that some people will sell their ideology to you in the cloak of pragmatism. Do not forget the suggestions and sentiments of the good people who supported you in your earliest days. Moreover, I know you are a modest and humble man, but let me still remind you of a piece of advice which every Ottoman sultan was publicly given during his inauguration ceremony: "Don't be arrogant, my sultan, God is greater than you."
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Descritores: EUA, Política Internacional
quarta-feira, novembro 05, 2008
«Yes, we can!!» Can we, really?
E Obama é mesmo o novo presidente dos EUA! Confesso que depois dos ferozes ataques da campanha republicana que apelidavam Obama de socialista e distribuidor da riqueza, comecei a duvidar da vitória do Democrata. Os americanos têm uma alergia terrível à palavra socialismo, ou melhor tinham... Esta mudança de mentalidade é o que mais salta à vista nesta eleição. A mobilização dos eleitores demonstra uma genuína vontade de mudança. As pessoas perceberam as falhas do regime e exigem que a democracia signifique definitivamente direitos para todos.A bola agora está do lado de Obama. Vai cumprir o que prometeu? Será tão bom governante como orador? As pessoas precisam de acreditar, sem dúvida. «Yes, we can!!» Can we, really? Pergunto eu... Obama será o heroi ou a fraude desta geração? Eu queria acreditar na mudança e o mundo também, mas são precisas mais que palavras.
Para já, deixem-nos acreditar que podemos...
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Descritores: Democracia, Eleiçoes, EUA
quarta-feira, outubro 01, 2008
"Vejo a Rússia da minha casa..."
E como um não chega, porque há muita matéria-prima, cá vai outro:
Ok, já se tornou uma implicância de estimação...
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sexta-feira, setembro 26, 2008
"I love the sound of you walking away..."
Jonh Mccain alega que precisa de um momento para meditar sobre a crise de financeira, evitando assim um debate numa altura em que perde terreno nas sondagens para Obama. Afirma só puder concentrar-se numa tarefa ao mesmo tempo, sabemos das dificuldades do sexo masculino com o multitasking, mas não é preciso exagerar... Muito conveniente, digo eu... Sobretudo se pensarmos, que o próprio McCain no ano passado proferiu numa entrevista: «A economia é algo que consigo compreender tanto quanto possível». Mas ele compreende o suficiente para um Republicano, que é como quem diz, viva o mercado livre e quanto menos Estado melhor.Ao que parece o senador McCain também tem alguns escândalos financeiros no currículo. Na década de 80, pediu ao Senado que não investigasse o Lincoln Savings and Loan (curiosamente um chorudo contribuinte na sua campanha), que acabou por falir arrastando várias empresas para a bancarrota, com perdas superiores a 100 mil milhões de dólares.
Perante isto, o melhor mesmo é não falar de economia. A não ser que o senhor que fez o exorcismo à senadora Parvin, digo Palin, ainda esteja disponível e exorcize os demónios da economia e do mercado livre...
Notas: O título do post é de uma música chamada "Walk away" dos Franz Ferdinand, album "You could have it so much better" e a fonte da noticia sobre o Lincoln Savings and Loan, é o jornal Metro de hoje.
Adenda: À última hora McCain decidiu comparecer no debate, mas o post já está escrito e não me parece bem apagá-lo... Vamos ver se devia mesmo ter fugido ou não... Terá ido mesmo ao exorcista? Humm...
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Descritores: Eleiçoes, EUA, Política Internacional
quinta-feira, setembro 04, 2008
Mais um cromo político...
O mundo da política é realmente espantoso e a galeria de cromos que o integram, nunca deixa de nos surpreender. Para a boa imagem da política, muito tem contribuído o Partido Republicano que brindou o mundo com esse espécime (faltam-me adjectivos para o descrever) fabuloso que é George Bush, traz ao mundo mais uma criatura inacreditável: Sarah Palin. Esta senhora consegue reunir os mais nobres valores conservadores republicanos sem escapar nenhum. Senão vejamos, é criaccionista, contrária ao aborto em qualquer circunstância, contra a educação sexual e a favor da abstinência, contra o divórcio, sócia da NRA (aquela espantosa associação pró-uso e porte de armas), defende a indústria petrolífera e acha que a guerra no Iraque é um desígnio divino:
Ao que parece, tem ainda uns esqueletos no armário por ter pertencido a um partido pró-independência do Alasca e ter mandado demitir o ex-cunhado recentemente divorciado da irmã, por alegadamente ser mau marido. O que eu achei mais curioso, é que ela surgiu ao lado da filha adolescente grávida, será uma jogada «eu sou tão pró-vida que obrigo a minha filha adolescente a casar e a ter a criança» ou «a inexistência de educação sexual e a abstinência só resultam com os filhos dos outros»? A chatice da ideologia conservadora é que acaba por redundar na hipocrisia…
Tudo isto leva-me a questionar a estratégia de McCain. Claro, que ele não agrada por aí além ao sector ultra-conservador e a Senhora Palin, conquista-os de certeza. Mas esse eleitorado nunca votaria Obama, com ou sem Palin ao lado de McCain. Já o “efeito Palin” no eleitorado volátil e moderado, deve ser desastroso. Tanto melhor para Obama e quiçá, para o mundo, porque esta senhora perto da presidência dos EUA, seria no mínimo preocupante.
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quinta-feira, dezembro 06, 2007
Bush entre israelitas e palestinianos
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quinta-feira, outubro 25, 2007
Incêndios e alterações climáticas
Os fogos na Califórnia já destruíram 1500 casas e forçaram a evacuação de meio milhão de pessoas, a maior evacuação da história do estado.
(...) Para Neilson, partes dos Estados Unidos podem vir a sofrer períodos de maior precipitação, seguidos de outros mais secos do que o normal: "À medida em que o planeta aquece, mais água se evapora dos oceanos e essa água tem cair nalgum lugar como precipitação", disse. "Isso pode levar, em certas alturas, a um maior crescimento da vegetação... Mas o aquecimento global e outras forças climáticas também vão criar secas periódicas. Se aparece uma fonte de ignição durante estes períodos, os incêndios podem tornar-se explosivos".
Para Neilson, "No futuro, incêndios catastróficos como o actual na Califórnia podem simplesmente ser uma parte normal da paisagem."
Em estudos realizados há cinco anos, Neilson e outros investigadores da Universidade do Estado do Oregon previram que o Oeste americano poderia tornar-se ao mesmo tempo mais húmido e mais seco no próximo século, condições que iriam levar a incêndios muito maiores do que jamais foram vistos na história recente.»
In "Esquerda Net"
Pois é, parece que não cumprir o Protocolo de Quioto e ignorar o problema das alterações climáticas, não foi lá muito boa ideia...
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segunda-feira, outubro 22, 2007
"The american dream"?
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Descritores: EUA, Política Internacional, Sociedade
quarta-feira, setembro 26, 2007
Say WHAT??
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Descritores: EUA, Justiça, Política Internacional
segunda-feira, setembro 17, 2007
Elogios...
(...) Entre os temas abordados, em concreto, a fonte diplomática portuguesa referiu que o presidente dos Estados Unidos manifestou alguma preocupação sobre o futuro dos sistemas de previdência.
Será que um elogio de um republicano neo-liberal, considerado um político incompetente por meio mundo, é motivo de orgulho para um Primeiro-Ministro, socialista e supostamente de esquerda?
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Descritores: EUA, Política Nacional, Portugal
segunda-feira, setembro 03, 2007
"Classified? not anymore..."
A Casa Branca concessionou a empresas privadas a recolha, tratamento e análise de matérias classificadas, domínio até aqui monopólio dos estados. 742 milhões de euros é quanto custam os segredos de Estado e a informação confidencial que a CIA tem reunido, tantas vezes à custa do atropelo das garantias e direitos dos cidadãos. Um excelente negócio para as grandes empresas privadas, que vão ver aumentada a sua capacidade de influenciar o processo de decisão política.
Inacreditável? Não vindo desta Administração…
Preocupa-me só ter lido esta notícia, na Visão do passado dia 23. Entre o fiasco da guerra do Iraque, as comparações com o Vietname, a pressão para a retirada das tropas e o escândalo sexual do homofóbico senador do Idaho… este negócio parece ter passado despercebido, ou é só impressão minha?
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Descritores: EUA, Política Internacional







