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domingo, novembro 14, 2010

Lição sobre injecção de liquidez da Reserva Federal

Para perceber a decisão da Reserva Federal norte-americana de adoptar medidas especiais de injecção de liquidez, este videozinho é extremamente esclarecedor:



Pergunto eu: O Presidente dos EUA, que deixa a Reserva Federal, aka a Goldman Sachs, fazer o que quer da economia, tem legitimidade para vir dar lições de política monetária ao resto do mundo? Como dizem os bonequinhos dá vontade de bater com a cabeça na parede, se os custos com a saúde não fossem tão elevados...


quinta-feira, agosto 27, 2009

"Reform Madness"

Nos EUA decorre uma escandalosa campanha contra o plano nacional de saúde de Obama. O sistema público de saúde está a ser apelidado de comunista, comparado à antiga URSS, diabolizado de uma forma ridícula. Por trás desta violenta campanha de manipulação dos cidadãos americanos, estão os lobbies das seguradoras de saúde privadas que sentem os seus lucros milionários ameaçados. De facto estas empresas obtêm lucros espantosos, porque cobram preços elevadíssimos que depois não correspondem aos serviços efectivamente prestados. São recusados vários tipos de tratamentos graças a cláusulas contratuais abusivas. Basta ver o filme “Sicko” de Michael Moore para perceber o grau de desumanidade e de fraude que impera neste sector.

O que existe nos EUA é o sistema de saúde mais caro do mundo, colocado no ranking de qualidade em 37º lugar, deixando à margem, sem acesso a qualquer tipo de cuidados de saúde 40 milhões de americanos! Só esta informação deveria colocar o povo americano ao lado de qualquer tentativa para mudar o sistema (e o plano de Obama nem sequer é um sistema inteiramente público, é um sistema misto) ,mas não é isso que está a acontecer. As informações que estão a passar da parte dos Republicanos, lobbies das seguradoras e dos próprios média, são mentiras inacreditáveis como: «o novo plano de saúde promove a eutanásia», «haverá racionamento de tratamentos e medicação» e «o estado vai tomar conta de todo o sistema de saúde incluindo o privado».

Chegou-se ao ponto do editorial do jornal "Investor's business Daily" publicar afirmações perfeitamente disparatadas, como dizer que o físico Stephen Hawking nunca teria hipotese de tratamento no Reino Unido, porque o Sistema Nacional de Saúde Britânico consideraria a sua vida inútil! Nem sei como há alguém vivo na União Europeia, a julgar por estes comentários...

É isto que acontece quando o lucro vem antes das pessoas! Não se olham a meios para manipular a opinião pública! Um bom exemplo disso neste excerto do Daily Show de Jon Stewart, para ver aqui.

terça-feira, abril 07, 2009

Será que caí de vez?


Cartoon de Dario Castillejos

sábado, janeiro 31, 2009

Para a história julgar...




"The daily show with Jon Stewart"
Ep. 13 de Janeiro de 2009

domingo, janeiro 25, 2009

Isso é que era...


Cartoon de Larry Wright

sexta-feira, janeiro 23, 2009

5 dias, 5 mensagens para Obama - day 5

Desta opinião, gosto particularmente. Sujeitar os EUA ao Tribunal Penal Internacional! Isso sim, era de homem... mas duvido que Obama o faça.


"About the Barack Obama administration, please tell us:

1 one thing you hope for

2 one thing you fear

3 one piece of advice you would give"



1 That Barack Obama signs up the United States to the International Criminal Court. It would be one of the best ways to signal a clean break


2 That the US fails to act in the event of renewed mass ethnic or sectarian cleansing in Iraq - as both Obama and Hillary Clinton's deeply worrying comments during the campaign suggested might happen. The idea that American forces would stay on base and/or continue their withdrawal in such circumstances would be a horrific abdication of responsibility


3 Don't wait seven years to start working all-out on a two-state solution for Israel-Palestine. A split Palestine, an Israeli election and the fresh wounds of the Gaza conflict make it seem like the worst possible time to push a peace process. But it's never an ideal time - and the longer the delay, the harder it becomes.


Andrew Stroehlein, International Crisis Group


Estes 5 senhores são colaboradores de um site, que é uma excelente fonte de informação, o Open Democracy. Vale a pena passar por lá...


quinta-feira, janeiro 22, 2009

5 dias, 5 mensagens para Obama - day 4


"About the Barack Obama administration, please tell us:

1 one thing you hope for

2 one thing you fear

3 one piece of advice you would give"

1 That the United States actively and consistently engages in conflict-resolution, starting in the middle east. This would be the real practical translation of Joseph Nye's concept of "smart power", which the new secretary of state has already introduced to the official lexicon of American foreign policy during her testimony in the Senate hearing. If America were to engage in seeking a fair solution for the conflicts between Israel and its neighbours that basically accepts the legitimate interests of all regional parties, this would restore US credibility in the wider Muslim and much of the rest of the world, and make it much more difficult for the ideologues of jihadism to gain support and adherents in the region. Perhaps even more important, such an engagement may offer the last hope to actually implement a two-state solution that would allow Israel and Palestine to live peacefully with - or at least alongside - one another. The blueprints for a peaceful settlement are all there. It needs international - i.e., American-led - even-handedness and firmness to translate them into reality

2 That a Barack Obama administration could be distracted from pursuing its foreign-policy agenda through a combination of factors that already are known and present. Among them are a deepening economic crisis that may spur protectionist tendencies; special domestic interest-groups that would try to subvert a more inclusive and fair US policy in the middle east; and short-sited actions by other international players (Russia, Iran, North Korea or certain non-state actors) that would try to test the strength of the new administration at an early stage, either to embarrass the new administration or to prove to their own and other societies that the US is still the enemy.

3 In order both to achieve the goals set out under the "hope" category and to avoid the risks under the "fear" one, the main advice is from the beginning to seek solutions and pursue global policies in the most inclusive way. That means getting the emerging powers (China, India, Brazil, South Africa, Indonesia, and - prospectively - even Iran) to address issues of real globality (i.e. issues that do not just affect the entire world but that also cannot be solved without global cooperation) and to rebuild the structures of global governance. Everyone knows that the present composition of global-governance institutions and clubs (the United Nations Security Council, the G8, IMF, World Bank and others) no longer reflects the distribution of real (both hard and soft) power in the world; nor do these institutions and clubs invite those who have gained in the relative power-shifts to take real responsibility.

Volker Perthes, director, German Institute for International and Security Affairs

quarta-feira, janeiro 21, 2009

5 dias, 5 mensagens para Obama - day 3


As sábias palavras de Conor Gearty, sobretudo no que diz respeito à reacção de Obama à actuação do governo israelita:

"About the Barack Obama administration, please tell us:

1 one thing you hope for

2 one thing you fear

3 one piece of advice you would give"

1 That the United States returns to the community of states that share the values of democracy, respect for human rights and the rule of law - not as camouflages for selfish state action but rather as part of a genuine commitment to civilised cooperation

2 That President Obama will not dare to be different, will not seize the moment - and instead retreats into a bland centrism, thus failing to serve the interests of the American people and the people of the world

3 Use the monstrosity of Israel's Gaza war to challenge the Israeli government. For President Obama to say nothing about Gaza will be to give the Israelis a blank cheque - and Obama's cosmopolitanism will lie in shreds. If he is unable to confront Israel directly, a serious commitment by Obama to international law and the United Nations will transform the US's relationship with Israel in the medium-to-long term - for Israel needs to reject international law and the UN in order to act as it currently does.

Conor Gearty, professor, LSE

terça-feira, janeiro 20, 2009

5 dias, 5 mensagens para Obama - day 2

Olhando rapidamente para a cerimónia, fiquei desconfiada com um Hussein escondido com Barack H. Obama, mas as indirectas a Bush no respeito pela Constituição acima das questões de segurança fizeram-me recuar na desconfiança. No dia da tomada de posse de Barack Obama, faço meus os votos da Ann Pettifor:

1. One thing you hope for

That the United States rejoins the community of nations as a respected peer; no longer acts as a militaristic and intolerant empire; and helps bring peace and stability to the middle east, and justice to the Palestinian people.

2. One thing you fear

That powerful commercial forces will prevent his administration from providing the American people with a free and universal healthcare system

3. One piece of advice you would give

Break with the economics profession's orthodoxies; wipe the slate clean, and then implement Keynesian monetary policies to help the US create debt-free money, or low-interest credit for investment in a localised steady-state economy based on clean technology and millions of green-collar jobs.

Ann Pettifor, Advocacy International

segunda-feira, janeiro 19, 2009

5 dias, 5 mensagens para Obama - day 1


Na véspera da tomada de posse de Barack Obama, partilho convosco as preocupações dos colaboradores do site "Open Democracy". Vou reproduzir cinco excelentes respostas às seguintes perguntas:

"About the Barack Obama administration, please tell us:

1. one thing you hope for

2. one thing you fear

3. one piece of advice you would give"


1. That President Obama can pave the way for peace in the middle east. It will be a very tough road, especially after Israel's brutal onslaught in Gaza which killed hundreds of children and carved hatred into millions of hearts. To achieve peace, he will need both to find a way - directly or indirectly - to talk to Hamas and convince of the need for a two-state solution; and to impose some sanity and restraint on Israel, whose brutality is seen as "state terrorism" by millions of Muslims in the region.

2. That he will be tamed and co-opted by the Washington establishment. That . "experts" will convince him that "this is the way we do things here, sir." That he will be forced to retreat from some of the revolutionary and much-needed steps he promised or hinted he would take, such as talking to Iran, the Taliban and Hamas. And that, as a result, the world will start to see him only as a lighter version of the George W Bush administration - a new Bush with a smiling face.

3. Mr President, please, please, do not give up your promise for change. You have vowed to follow a policy based on pragmatism, not ideology. Be very much aware that some people will sell their ideology to you in the cloak of pragmatism. Do not forget the suggestions and sentiments of the good people who supported you in your earliest days. Moreover, I know you are a modest and humble man, but let me still remind you of a piece of advice which every Ottoman sultan was publicly given during his inauguration ceremony: "Don't be arrogant, my sultan, God is greater than you."


Mustafa Akyol, journalist, Turkey

quarta-feira, novembro 05, 2008

«Yes, we can!!» Can we, really?

E Obama é mesmo o novo presidente dos EUA! Confesso que depois dos ferozes ataques da campanha republicana que apelidavam Obama de socialista e distribuidor da riqueza, comecei a duvidar da vitória do Democrata. Os americanos têm uma alergia terrível à palavra socialismo, ou melhor tinham... Esta mudança de mentalidade é o que mais salta à vista nesta eleição. A mobilização dos eleitores demonstra uma genuína vontade de mudança. As pessoas perceberam as falhas do regime e exigem que a democracia signifique definitivamente direitos para todos.

A bola agora está do lado de Obama. Vai cumprir o que prometeu? Será tão bom governante como orador? As pessoas precisam de acreditar, sem dúvida. «Yes, we can!!» Can we, really? Pergunto eu... Obama será o heroi ou a fraude desta geração? Eu queria acreditar na mudança e o mundo também, mas são precisas mais que palavras.

Para já, deixem-nos acreditar que podemos...

quarta-feira, outubro 01, 2008

"Vejo a Rússia da minha casa..."

Correndo o risco de ser acusada de só falar das eleições norte-americanas e na Senhora Palin em particular, cá vai:



E como um não chega, porque há muita matéria-prima, cá vai outro:




Enfim... considerar o facto de «ver a Rússia de casa» como trunfo diplomático, demonstra conhecimentos profundos de política externa... :)))

Ok, já se tornou uma implicância de estimação...

sexta-feira, setembro 26, 2008

"I love the sound of you walking away..."

Jonh Mccain alega que precisa de um momento para meditar sobre a crise de financeira, evitando assim um debate numa altura em que perde terreno nas sondagens para Obama. Afirma só puder concentrar-se numa tarefa ao mesmo tempo, sabemos das dificuldades do sexo masculino com o multitasking, mas não é preciso exagerar... Muito conveniente, digo eu... Sobretudo se pensarmos, que o próprio McCain no ano passado proferiu numa entrevista: «A economia é algo que consigo compreender tanto quanto possível». Mas ele compreende o suficiente para um Republicano, que é como quem diz, viva o mercado livre e quanto menos Estado melhor.

Ao que parece o senador McCain também tem alguns escândalos financeiros no currículo. Na década de 80, pediu ao Senado que não investigasse o Lincoln Savings and Loan (curiosamente um chorudo contribuinte na sua campanha), que acabou por falir arrastando várias empresas para a bancarrota, com perdas superiores a 100 mil milhões de dólares.

Perante isto, o melhor mesmo é não falar de economia. A não ser que o senhor que fez o exorcismo à senadora Parvin, digo Palin, ainda esteja disponível e exorcize os demónios da economia e do mercado livre...





Notas: O título do post é de uma música chamada "Walk away" dos Franz Ferdinand, album "You could have it so much better" e a fonte da noticia sobre o Lincoln Savings and Loan, é o jornal Metro de hoje.


Adenda: À última hora McCain decidiu comparecer no debate, mas o post já está escrito e não me parece bem apagá-lo... Vamos ver se devia mesmo ter fugido ou não... Terá ido mesmo ao exorcista? Humm...

quinta-feira, setembro 04, 2008

Mais um cromo político...


O mundo da política é realmente espantoso e a galeria de cromos que o integram, nunca deixa de nos surpreender. Para a boa imagem da política, muito tem contribuído o Partido Republicano que brindou o mundo com esse espécime (faltam-me adjectivos para o descrever) fabuloso que é George Bush, traz ao mundo mais uma criatura inacreditável: Sarah Palin. Esta senhora consegue reunir os mais nobres valores conservadores republicanos sem escapar nenhum. Senão vejamos, é criaccionista, contrária ao aborto em qualquer circunstância, contra a educação sexual e a favor da abstinência, contra o divórcio, sócia da NRA (aquela espantosa associação pró-uso e porte de armas), defende a indústria petrolífera e acha que a guerra no Iraque é um desígnio divino:


"Pray for our military men and women who are striving to do what is right. Also, for this country, that our leaders, our national leaders, are sending [U.S. soldiers] out on a task that is from God," she exhorted the congregants. "That's what we have to make sure that we're praying for, that there is a plan and that that plan is God's plan.(…) "I think God's will has to be done in unifying people and companies to get that gas line built, so pray for that."


Cartoon de Adam Zyglis


Ao que parece, tem ainda uns esqueletos no armário por ter pertencido a um partido pró-independência do Alasca e ter mandado demitir o ex-cunhado recentemente divorciado da irmã, por alegadamente ser mau marido. O que eu achei mais curioso, é que ela surgiu ao lado da filha adolescente grávida, será uma jogada «eu sou tão pró-vida que obrigo a minha filha adolescente a casar e a ter a criança» ou «a inexistência de educação sexual e a abstinência só resultam com os filhos dos outros»? A chatice da ideologia conservadora é que acaba por redundar na hipocrisia…


Tudo isto leva-me a questionar a estratégia de McCain. Claro, que ele não agrada por aí além ao sector ultra-conservador e a Senhora Palin, conquista-os de certeza. Mas esse eleitorado nunca votaria Obama, com ou sem Palin ao lado de McCain. Já o “efeito Palin” no eleitorado volátil e moderado, deve ser desastroso. Tanto melhor para Obama e quiçá, para o mundo, porque esta senhora perto da presidência dos EUA, seria no mínimo preocupante.



quinta-feira, dezembro 06, 2007

Bush entre israelitas e palestinianos


Cartoon de Daryl Cagle

In "Today's best cartoons"

quinta-feira, outubro 25, 2007

Incêndios e alterações climáticas

«Os catastróficos incêndios que há quatro dias devastam o Sul da Califórnia correspondem ao que já vinha a ser previsto pelos climatologistas. "É exactamente o que tínhamos dito que iria acontecer, tanto em previsões de curto prazo para este ano quanto em relação aos padrões de longo prazo que podem ser ligados às alterações globais de clima", disse o bioclimatologista Ronald Neilson, professor da Universidade do Estado de Oregon, EUA.

Os fogos na Califórnia já destruíram 1500 casas e forçaram a evacuação de meio milhão de pessoas, a maior evacuação da história do estado.


(...) Para Neilson, partes dos Estados Unidos podem vir a sofrer períodos de maior precipitação, seguidos de outros mais secos do que o normal: "À medida em que o planeta aquece, mais água se evapora dos oceanos e essa água tem cair nalgum lugar como precipitação", disse. "Isso pode levar, em certas alturas, a um maior crescimento da vegetação... Mas o aquecimento global e outras forças climáticas também vão criar secas periódicas. Se aparece uma fonte de ignição durante estes períodos, os incêndios podem tornar-se explosivos".

Para Neilson, "No futuro, incêndios catastróficos como o actual na Califórnia podem simplesmente ser uma parte normal da paisagem."


Em estudos realizados há cinco anos, Neilson e outros investigadores da Universidade do Estado do Oregon previram que o Oeste americano poderia tornar-se ao mesmo tempo mais húmido e mais seco no próximo século, condições que iriam levar a incêndios muito maiores do que jamais foram vistos na história recente.»


In "Esquerda Net"


Pois é, parece que não cumprir o Protocolo de Quioto e ignorar o problema das alterações climáticas, não foi lá muito boa ideia...

segunda-feira, outubro 22, 2007

"The american dream"?


Cartoon de Daryl Cagle

In Today's Best Cartoons

quarta-feira, setembro 26, 2007

Say WHAT??



Via Arrastão


Quando pensamos que nada vindo da Administração Bush, nos pode surpreender... eis que me deparo com este vídeo... Um Presidente concede imunidade a si próprio e à sua administração, evitando futuras condenações por crimes de guerra. Muito conveniente! "Ao menos Nixon teve Gerald Ford, para lhe fazer o trabalho sujo" observa e muito bem Jack Cafferty, é uma falta de vergonha sem precedentes. A minha pergunta é, e quem o impede?


segunda-feira, setembro 03, 2007

"Classified? not anymore..."

A administração Bush vai perdendo elementos, Ronald Rumsfeld, Paul Wolfowitz, Karl Rowe, recentemente Alberto Gonzalez, todos envolvidos em escândalos impressionantes e todos saindo de cena, com grande impunidade. Mas nem estes escândalos, nem o isolamento de Bush, já para falar não falar da questão da guerra no Iraque… refreiam o ímpeto neo-liberal desta administração.

A Casa Branca concessionou a empresas privadas a recolha, tratamento e análise de matérias classificadas, domínio até aqui monopólio dos estados. 742 milhões de euros é quanto custam os segredos de Estado e a informação confidencial que a CIA tem reunido, tantas vezes à custa do atropelo das garantias e direitos dos cidadãos. Um excelente negócio para as grandes empresas privadas, que vão ver aumentada a sua capacidade de influenciar o processo de decisão política.



Inacreditável? Não vindo desta Administração…


Preocupa-me só ter lido esta notícia, na Visão do passado dia 23. Entre o fiasco da guerra do Iraque, as comparações com o Vietname, a pressão para a retirada das tropas e o escândalo sexual do homofóbico senador do Idaho… este negócio parece ter passado despercebido, ou é só impressão minha?