Atentado à liberdade de expressão
Este caso demonstra que as minhas preocupações fazem todo o sentido... Chegamos a isto, temos que lutar pelo direito à indignação e pelo exercício desse direito na blogosfera!
Some see things as they are and say "Why?" I dream things that never were and say "Why not?" George Bernard Shaw
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Descritores: Democracia, Direitos, Liberdade
Será que é desta que alguém não saí impune por crimes de fraude, evasão fiscal, burla e branqueamento de capitais? E quantos mais se seguem? Eu por mim, só acredito, quando o julgamento do Barão do PSD terminar...
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Descritores: Economia, Justiça, Política Nacional
A líder do PSD acha que suspender a democracia por 6 meses, era muito positivo:
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Descritores: Democracia, Política Nacional
Os Professores voltaram a sair à rua, em mais uma impressionante manifestação contra a Ministra da Educação. Vale a pena ouvir o que os Professores contam que se está a passar nas escolas. Tenho ouvido muitas críticas da opinião pública, dizendo que os Professores não querem é ser avaliados como os restantes funcionários, o que me parece injusto.
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Descritores: Educação, Justiça, Política Nacional
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Descritores: Democracia, Educação, Política Nacional
E Obama é mesmo o novo presidente dos EUA! Confesso que depois dos ferozes ataques da campanha republicana que apelidavam Obama de socialista e distribuidor da riqueza, comecei a duvidar da vitória do Democrata. Os americanos têm uma alergia terrível à palavra socialismo, ou melhor tinham... Esta mudança de mentalidade é o que mais salta à vista nesta eleição. A mobilização dos eleitores demonstra uma genuína vontade de mudança. As pessoas perceberam as falhas do regime e exigem que a democracia signifique definitivamente direitos para todos.
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Descritores: Democracia, Eleiçoes, EUA
Eu não sei onde a Vobis e a Chip7 vão recrutar, mas eu sugeria o Palácio de S. Bento. José Socrátes seguia a sua vocação e os portugueses agradeciam. Evitava-se o vexame internacional de um governante vendedor de computadores. Bem, não teriamos o prazer de ver os sorrisos trocistas dos ministros de outros países a olhar de soslaio para o nosso Primeiro., enquanto este explica que todos os seus acessores utilizam o Magalhães (Yeah, right... coff, coff...). Mas por muito que se goste de gozar e ver ser gozado o Eng.º Socrátes, é a imagem do país que também saí prejudicada.
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Descritores: Política Nacional, Portugal
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Descritores: Angústia existencial, Literatura
A partir de agora, porém, o Governo disponibiliza aos bancos dinheiro dos nossos impostos. Significa isto que eu, como contribuinte, sou fiador do banco que é meu credor. Financio o banco que me financia a mim. Não sei se o leitor está a conseguir captar toda a profundidade deste raciocínio. Eu consegui, mas tive de pensar muito e fiquei com dor de cabeça. Ou muito me engano ou o que se passa é o seguinte: os contribuintes emprestam o seu dinheiro aos bancos sem cobrar nada, e depois os bancos emprestam o mesmo dinheiro aos contribuintes, mas cobrando simpáticas taxas de juro. A troco de apenas algum dinheiro, os bancos emprestam-nos o nosso próprio dinheiro para que possamos fazer com ele o que quisermos. A nobreza desta atitude dos bancos deve ser sublinhada.
Tenho a certeza de que os bancos vão usar pelo menos parte desse dinheiro para devolver aos clientes aqueles arredondamentos que foram fazendo indevidamente no crédito à habitação, por exemplo, e que ascendem a vários milhares de euros no final de cada empréstimo. Essa será, sem dúvida nenhuma, uma prioridade. Vivemos tempos difíceis, e julgo que todos, sem excepção, temos de dar as mãos. Por mim, dou as mãos aos bancos. Assim que eles tirarem as mãos do meu bolso, dou mesmo.»
Ricardo Araújo Pereira, "Boca do Inferno", Visão de 23/10/2008.
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Descritores: About me, Angústia existencial
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Descritores: Desigualdade, Direitos humanos, Mulher
Entrevista a Robert Reich, "The Daily Show with Jon Stewart", 16-10-2008
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Descritores: Democracia, Economia, Globalização
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Descritores: Desigualdade, Direitos humanos, Pobreza
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Descritores: Democracia, Direitos humanos, Economia, Globalização
Excerto do filme "The Network" (1976)
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Descritores: Crise, Desigualdade, Economia, Globalização
Ignacio Ramonet sobre a Crise financeira, no "Le Monde Diplomatique":
«Prova do fracasso do sistema, tais intervenções do Estado – as maiores, em volume, da história económica – demonstram que os mercados não podem regular-se eles próprios. Os mercados destruíram-se por força da sua própria voracidade. Além disso, confirma-se assim uma lei do cinismo neoliberal: os lucros privatizam-se, mas socializam-se os prejuízos. Faz-se pagar aos pobres as excentricidades irracionais dos banqueiros, vendo-se os primeiros ameaçados, caso se neguem a pagar, com um empobrecimento ainda maior.
As autoridades norte-americanas correm a salvar os «banksters» («banqueiros gangsters») à custa dos cidadãos. Há meses, o presidente Bush negou-se a assinar uma lei que dava cobertura médica a nove milhões de crianças pobres, lei essa que teria o custo de 4 mil milhões de euros. Considerou isso um gasto inútil. Agora, para salvar os rufiões de Wall Street, nada lhe parece suficiente. Socialismo para os ricos, capitalismo selvagem para os pobres.
Este desastre acontece na altura em que há um vazio teórico nas esquerdas. Que não têm nenhum «plano B» para tirar proveito do descalabro. Em particular as da Europa, imobilizadas pelo choque da crise. Quando seria tempo de refundação e de audácia.
Quanto tempo irá durar esta crise? «Vinte anos, se tivermos sorte, menos de dez se as autoridades actuarem com mão firme», vaticinou o editorialista neoliberal Martin Wolf. Se existisse uma lógica política, este contexto deveria favorecer a eleição do democrata Barack Obama (se não for assassinado) para a presidência dos Estados Unidos, no próximo dia 4 de Novembro. É provável que o jovem presidente, como fez Franklin D. Roosevelt em 1930, lance um novo «New Deal» baseado num neokeynesianismo, confirmando o regresso do Estado à esfera económica. E trazendo por fim maior justiça social aos cidadãos. Caminhar-se-á assim rumo a um novo Bretton Woods. E a etapa mais selvagem e irracional da globalização neoliberal terá terminado.»
Será que termina mesmo? Já estive mais optimista... Atirar o dinheiro dos contribuintes para a banca, é bem mais fácil que mudar o sistema... O que é preocupante é que a esquerda não parece ter um plano B, infelizmente...
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Descritores: Crise, Economia, Globalização
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Descritores: Democracia, Documentário, Economia
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Descritores: Angústia existencial, Economia, Sociedade
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Descritores: Desigualdade, Documentário, Economia, Globalização
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Descritores: Democracia, Desigualdade, Direitos humanos
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Jonh Mccain alega que precisa de um momento para meditar sobre a crise de financeira, evitando assim um debate numa altura em que perde terreno nas sondagens para Obama. Afirma só puder concentrar-se numa tarefa ao mesmo tempo, sabemos das dificuldades do sexo masculino com o multitasking, mas não é preciso exagerar... Muito conveniente, digo eu... Sobretudo se pensarmos, que o próprio McCain no ano passado proferiu numa entrevista: «A economia é algo que consigo compreender tanto quanto possível». Mas ele compreende o suficiente para um Republicano, que é como quem diz, viva o mercado livre e quanto menos Estado melhor.
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Descritores: Eleiçoes, EUA, Política Internacional
«(...) A multidão não parava de passar. Era o centro do centro da cidade. O homem estava sozinho, sozinho. Rios de gente passavam sem o ver.
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Descritores: Angústia existencial, Literatura, Solidão
Quase que me passava despercebido o último golpe de Sarkozy nas liberdades e garantias dos cidadãos. Chama-se Edvige – Exploração Documental e Valorização de Informação GEral - e é um sistema de ficheiro policial, que integra todo e qualquer individuo maior de 13 anos, que exerça uma função política, sindical, religiosa ou económica. Na prática bastaria uma câmara de vigilância apanhar um cidadão numa manifestação política ou de latinha de grafitti na mão, para um ficheiro com o nome dessa pessoa ser imediatamente aberto no sistema.
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Descritores: Democracia, Direitos humanos, Liberdade, Sociedade
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Descritores: Egocentrismo, Portugal, Sociedade